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Gabriela DawsonBeauty Concept
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Procedimento

Flacidez corporal

Flacidez corporal tem causas diferentes e nem toda responde ao mesmo tratamento. Perda de firmeza da pele responde a bioestimuladores e a tecnologias; excesso de pele após grande emagrecimento não responde e tem indicação cirúrgica. A avaliação separa os dois casos antes de propor qualquer protocolo.

Agendar avaliaçãoConsulta de avaliação R$ 249, revertida no procedimento

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Para quem é indicado

  • Perda de firmeza em braços, abdome, coxas ou região interna dos joelhos, sem excesso importante de pele
  • Flacidez após emagrecimento moderado, quando a pele ainda tem capacidade de retração
  • Textura irregular e pele fina em áreas de dobra
  • Prevenção de perda de firmeza em quem está em processo de emagrecimento acompanhado
  • Flacidez pós-gestacional em abdome, quando não há diástase importante nem excesso de pele

Para quem não é indicado

Estas situações contraindicam o procedimento ou exigem avaliação e conduta prévias. A verificação é feita na consulta.

  • Gestantes e lactantes
  • Excesso de pele após grande perda de peso, situação de indicação cirúrgica
  • Diástase abdominal importante, que é problema de parede muscular e não de pele
  • Infecção ativa ou lesão de pele na área a ser tratada
  • Doença autoimune em atividade ou histórico de reação granulomatosa
  • Quem espera que o tratamento substitua mudança de composição corporal

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Como o procedimento é executado

A avaliação usa o teste de pinçamento para separar o que é pele frouxa do que é gordura, e verifica a capacidade de retração da pele em cada área. Só então se define o recurso: bioestimulador para estímulo de colágeno em plano profundo, tecnologia para aquecimento dérmico controlado, ou combinação dos dois com intervalo planejado. A distribuição é ampla, com cânula, e o número de sessões é definido por área.

Flacidez é a queixa em que mais se vende o tratamento errado. Não por má-fé na maioria das vezes, mas porque duas coisas muito diferentes recebem o mesmo nome.

Pele frouxa e pele sobrando não são a mesma queixa

O teste é simples e se faz na primeira consulta. Pinça-se a pele da área com os dedos:

  • Se ela volta ao lugar ao soltar, com atraso, há perda de firmeza com capacidade de retração preservada. Esse caso responde a estímulo de colágeno.
  • Se ela fica dobrada e demora a acomodar, ou se há prega evidente em repouso, existe excesso de tecido. Estímulo de colágeno não retira pele — e nenhuma quantidade de sessões vai retirar.

Essa distinção define tudo o que vem depois. É também a conversa que costuma ser evitada, porque a resposta honesta em parte dos casos é que o caminho é cirúrgico e não passa por aqui.

O que estímulo de colágeno consegue e o que não consegue

Bioestimulador injetável e tecnologias de aquecimento atuam pelo mesmo princípio geral: provocam uma resposta controlada que leva o organismo a depositar colágeno novo na derme. Colágeno novo significa pele mais espessa, mais firme e com textura mais uniforme.

O que ele não faz é reduzir a área de superfície da pele. Uma pele que ficou grande demais para o volume que reveste continua grande depois de ficar mais firme — e às vezes fica ainda mais evidente, porque a firmeza deixa a prega mais definida.

Por que o registro fotográfico é obrigatório aqui

Firmeza é a mudança mais difícil de perceber sozinha. Não há um antes e depois dramático: há pele que responde melhor ao toque e contorno que fica mais contínuo ao longo de meses. Quem se olha todo dia não enxerga isso.

Por isso o protocolo começa com fotografia padronizada — mesma distância, mesma iluminação, mesma posição, sem filtro. Ao fim das sessões, é o que permite concluir se valeu, inclusive quando a conclusão for que o ganho ficou aquém e que a próxima conversa é sobre outro caminho.

Produtos e ativos utilizados

  • Bioestimuladores de colágeno injetáveis, em diluição própria para área corporal
  • Tecnologias de aquecimento dérmico, conforme a indicação
  • Anestésico tópico e, quando indicado, anestesia local

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O que esperar da sessão

Duração da sessão
45 a 90 minutos, conforme a área
Duração do resultado
18 a 24 meses após o protocolo completo, sustentado por manutenção de peso e por musculatura

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Recuperação, dia a dia

D0
Edema e sensação de peso na área tratada, com possibilidade de hematomas nos pontos de entrada. Orientação de compressão em algumas áreas e de evitar calor local.
D1 a D7
Edema em redução e hematomas em resolução, que na área corporal costumam se espalhar mais do que na face. Evitar exercício intenso, sauna e exposição solar direta.
D30
A área volta a parecer como estava antes. É esperado: o volume inicial era do veículo, e a formação de colágeno ainda não se traduziu em firmeza.
D60 a D90
Começa a melhora de firmeza e de textura. Momento de avaliar a sessão seguinte e de comparar com o registro fotográfico inicial.
D180
Resultado consolidado do protocolo. É quando se decide se há indicação de manutenção e em que intervalo.

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Riscos, limitações e possíveis complicações

Todo procedimento com agulha ou cânula tem risco. Conhecer cada um deles, saber reconhecê-lo cedo e ter protocolo de manejo é parte do que se contrata em uma avaliação.

Nódulos e irregularidade palpável
Ocorrem por distribuição desigual ou por plano superficial demais, e são mais perceptíveis em áreas de pele fina como a face interna do braço. O manejo depende do ativo e a resposta é mais lenta do que a de um preenchedor, porque não existe reversão enzimática.
Hematoma extenso e edema prolongado
Como a distribuição cobre área ampla e é feita com cânula, o sangramento se espalha além do ponto de entrada e pode migrar por gravidade. É curso esperado, não complicação, mas leva mais dias para resolver do que na face.
Assimetria de resultado entre áreas
Lados diferentes e áreas diferentes respondem de forma desigual ao mesmo protocolo, porque a espessura de pele e a vascularização variam. O ajuste depende de nova sessão e de tempo de resposta biológica.
Queimadura e alteração de pigmentação com tecnologias
Quando o protocolo inclui aquecimento dérmico, existe risco de queimadura superficial e de alteração de cor da pele, maior em fototipos altos e em pele recém-exposta ao sol. Por isso há restrição de exposição solar antes e depois da sessão.
Reação granulomatosa tardia
Reação inflamatória que pode aparecer meses depois, às vezes desencadeada por infecção em outro sítio. É incomum, exige tratamento específico e explica o peso do histórico de doença autoimune na avaliação.
Resultado abaixo da expectativa
A resposta depende da capacidade de retração da pele, que varia com idade, genética e histórico de variação de peso. Em flacidez moderada para avançada o ganho existe mas fica aquém do que a pessoa imagina, e essa conversa precisa acontecer antes da primeira sessão.

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O que muda e o que não muda

O que se busca é pele mais firme e de textura mais uniforme na área tratada, com contorno mais definido. A mudança é gradual, começa a aparecer entre 60 e 90 dias e se consolida por volta do sexto mês. É mais perceptível ao toque e na comparação fotográfica do que no espelho do dia a dia.

O que este procedimento não resolve

O tratamento não remove pele. Não corrige diástase abdominal, que é de parede muscular. Não substitui abdominoplastia nem braquioplastia em quem tem excesso de pele, e não elimina gordura localizada, que responde a outra abordagem. Também não sustenta resultado se houver grande variação de peso depois.

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Preço

O valor depende da área, do recurso escolhido e do número de sessões. Área corporal consome mais produto que face, o que muda a ordem de grandeza. Quando o plano combina injetável e tecnologia, o orçamento é apresentado por protocolo completo e não por sessão, justamente para não parecer mais barato do que é.

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Dúvidas frequentes

Resolve pele sobrando depois que emagreci muito?

Não. Excesso de pele após grande perda de peso tem indicação cirúrgica. O tratamento melhora firmeza onde a pele ainda tem capacidade de retração, e a avaliação separa os dois casos com o teste de pinçamento.

Serve para o braço?

Sim, é uma das áreas mais tratadas. A pele ali é fina, o que exige plano cuidadoso e distribuição homogênea, porque irregularidade fica mais visível nessa região.

Quantas sessões?

Em geral de duas a três por área, com intervalo de 30 a 60 dias. O número entra no orçamento desde o início, para que você saiba o custo do protocolo e não só o da primeira sessão.

Trata gordura localizada?

Não. Firmeza e gordura são coisas diferentes e respondem a abordagens diferentes. É comum que o plano trate as duas, mas com recursos distintos e em etapas.

Preciso emagrecer antes?

Se há emagrecimento em curso, faz sentido tratar depois de estabilizar o peso, porque variação posterior afeta o resultado. Em processos acompanhados, às vezes se trata em paralelo para acompanhar a retração da pele.

Em quanto tempo aparece?

Entre 60 e 90 dias, com consolidação por volta do sexto mês. Não há mudança perceptível na primeira semana, e o volume que aparece logo após a sessão é do veículo do produto.

Posso treinar depois?

Evitar exercício intenso nos primeiros dias. Depois disso o treino é aliado: massa muscular é o que sustenta o contorno que o tratamento melhora.

O resultado some?

O colágeno formado é metabolizado com o tempo, como o restante. A pele retoma o curso natural dela, sem piorar em relação a como estava. Manutenção de peso e treino prolongam o que foi conquistado.

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Revisão técnica de Dra. Gabriela Dawson · atualizado em

A indicação, a técnica e a quantidade de produto são definidas na avaliação presencial. O procedimento pode ser realizado no mesmo dia, quando a avaliação indicar.